Ontem, como de praxe, foi dia de encarar a balança. Agora, as minhas consultas semanais com a nutricionista são às quartas-feiras. As roupas já haviam dado o alerta sobre a eliminação de algumas gramas e diminuição de medidas, ao ficarem um pouco mais larguinhas. Para minha surpresa, em duas semanas, emagreci 600 gramas chegando, assim, ao meu menor peso desde o começo da dieta (e em muito tempo): 75,5 quilos! Desde o início da dieta, em 9 de janeiro, eliminei 12,7 quilos!
Me deu vontade de pular e gritar! Um sorriso se instalou no meu rosto e tá difícil de sair! É um número que significa muito. Tudo que fiz e continuo fazendo está valendo a pena.
No inverno, meu peso praticamente se manteve o mesmo, na faixa dos 76. Confesso que isso estava até me frustrando, mas nunca pensei em desistir. No início dessa jornada, tinha enfiado na cabeça que chegaria aos 65 quilos. Hoje, ao lado da nutricionista, revi esse número. A meta agora são os 70 (para ficar 100% saudável e para ter uma margem segura para eventuais variações de peso).
Um beijo, queridos!
PS.: Continuem acessando, lendo, opinando.
Fico muito feliz sempre que alguém comenta sobre como o blog tem servido de inspiração.
Eu que só tenho a agradecer pelo apoio e incentivo de vocês! Muito obrigada!
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quinta-feira, 30 de agosto de 2012
quinta-feira, 12 de julho de 2012
O poder do não
Uma palavra pequenina é a melhor amiga de quem está de dieta
ou em processo de reeducação alimentar: NÃO. Ela pode parecer banal, mas é
poderosa.
Reaprender a comer, tendo consciência plena do que se ingere,
é um processo que exige disciplina e foco. Um processo que passa por abrir mão
de muita coisa, até, inclusive, do conforto emocional que a comida traz.
Temos de aprender a dizer não a algumas idas ao bar, à
sobremesa deliciosa que só aquela tia querida sabe fazer, ao petisco oferecido
pelo amigo, à barra de chocolate que nos “olha” com más intenções quando
estamos tristes.
Não me entendam mal. Não estou pregando o radicalismo total
e irrestrito. Estou pregando, isso sim, o controle sobre algo básico: o comer.
Os vícios não se restringem ao que é considerado ilegal. O comer também pode
ser (e muitas vezes é) compulsivo.
O resultado de dizer “sim” a todos esses impulsos e vontades,
comendo o que aparece pela frente, costuma ser desastroso pra saúde e pra
auto-estima. Aprenda a dizer não. Por experiência própria, digo: muitos irão torcer o nariz e soltar aqueles velhos argumentos “só hoje pode” ou “um
pedacinho não faz mal”. Não, não pode, e sim, faz mal.
Se você está em processo de emagrecimento, não desista. O
resultado vale todo o esforço e todos os “nãos” ditos pelo caminho.
Um beijo, queridos!
Até a próxima!
quinta-feira, 29 de março de 2012
Comendo errado
Oi, povo! Desculpe pelo abandono do blog. A cabeça
anda ocupada com várias coisas. Há dias que quero escrever esse post e hoje
encontrei um tempo.
Já contei aqui que costumo levar comida para o
trabalho todos os dias, na minha marmita “fashion”. Entretanto, algumas vezes,
tenho de comer fora.
Há cerca de duas semanas, encarei um buffet livre
perto do escritório. Acho que fui até indiscreta, mas não resisti em dar uma
espiada nos pratos alheios. Concluí que, em geral, comemos muito errado.
O brasileiro tem o hábito de comer salada, feijão, arroz
e carne. Até aí, OK. Os vilões, pelo que notei, são as frituras, as massas e a batata
e a quantidade das porções (pra lá de exageradas).
Vi pratos com três tipos de carboidrato: arroz,
massa e salada de batata (com maionese), pratos cheios de fritura, e por aí
vai.
Mais do que a preocupação com a boa forma, o comer
errado pode trazer sérios problemas à saúde, como colesterol alto, problemas do
coração, etc.
Os buffets acabam sendo uma tentação enorme.
Geralmente, comemos mais do que precisamos e não resistimos a algumas “guloseimas”.
Pra resolver essas e outras questões da
alimentação, entram os nutricionistas. A minha, Tamara, é uma querida! É claro
que ninguém gosta de comer pasto (como eu carinhosamente chamo a salada, hahaha)
sempre, em todas as refeições.
Concessões e extravagâncias alimentares podem e
devem ocorrer, mas com moderação. O grande segredo é achar o equilíbrio. Eu
sigo nessa luta!
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Comida de mãe
Amor de mãe não
tem preço. Comida feita pela mãe, também não. Já falei várias vezes por aqui do
apoio essencial que tenho recebido da minha mãe, Sandra, na dieta. É ela que
prepara a marmita saudável que levo todos os dias pro trabalho, para o almoço.
Levar comida é
parte da fórmula para fugir das tentações gastronômicas e seguir na linha.
Buffets são ótimas opções, mas apenas para quem sabe se controlar. Geralmente
não resisto a provar um pouquinho de alguma delícia gordurosa e super calórica.
Voltando à
vianda: no final de semana, vamos ao supermercado ou ao mercadinho perto de
casa, que sempre tem legumes frescos. Compramos o que é necessário pra semana
(com o calor, tudo estraga mais rápido, tem de comprar pouca quantidade).
À noite, todos os
dias, é hora de a mãe cozinhar os legumes, fatiar pepino, repolho ou outros e preparar
a carne. A preocupação dela passa pelos ingredientes e formas de preparo (“Tem
de variar para não enjoar”, ela diz) até a cor predominante da vianda (esses
dias ela achou que estava tudo muito verde... é um amor mesmo!).
A comida pronta vai para dois potes com divisórias (encontrados nas lojas de R$ 1,99). Abaixo,
as fotos da comida de hoje (a qualidade tá meia boca, mas vale o registro).
Nesse momento, tava me preparando para almoçar.
Espero que as
minhas dicas ajudem vocês!
Um beijo,
queridos!
Até mais!
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